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Adobe Flash CS3

User photo not available Thursday, 16 August 07 - 05:21 PM (GMT)
By Ricardo Ogliari in General

 Boa tarde..

O post de hoje é sobre um assunto que não domino, então peço desculpas por alguma eventual informação errônea que colocar aqui, porém, sintam-se a vontade para me corrigir nos comentários. O assunto é Flash Lite, mas o foco deste post é a ferramenta Adobe Flash CS3, destinada a auxiliar o processo de desenvolvimento deste tipo de aplicativo.

Segundo o wiki do Forum Nokia, o Flash Lite é é uma versão móvel da tecnologia Flash da Adobe, atualmente dispônivel para Symbian OS, Windows Mobile e plataforma Brew. O Flash Lite foi construído levando em consideração as limitações de recursos apresentadas por um aparelho celular, por exemplo, onde o poder de processamento e memória são significativamente inferiores ao disponível em um PC desktop. Porém pela grande quantidade de desenvolvedores dessa plataforma e pelos seus avanços ela vem ganhando espaço na área. Atualmente, a versão mais recente é a Flash Lite 2.1.

Para maiores informações, visite o link Conhecendo o Flash Lite e também a página oficial do Flash Lite. Neste post não vou entrar em discussão sobre sua qualidade e/ou adoção em relação ao Java ME por exemplo, até porque não passo nem perto de ser um expert em Flash, então, não quero falar sobre algo que não conheço. Porém, gostei do pouco que vi sobre o Flash Lite, e o oriente também, pois seu uso é mais intenso por lá. Para ver alguns exemplos e perceber do que o FlashLite é capaz, visite este link.

Para saber mais sobre a ferramenta visite o link do Adobe Device Central CS3, da Adobe. Segundo este link da Adobe, "o Adobe® Device Central CS3 foi criado para aumentar a eficiência e a produtividade de profissionais criativos e desenvolvedores de dispositivos móveis que desejam produzir um conteúdo inovador e atraente para uma ampla variedade de celulares e dispositivos eletrônicos de consumo. Uma biblioteca atualizada regularmente de perfis para dispositivos móveis, combinada à integração inteligente entre o Device Central CS3 e os outros componentes do Adobe Creative Suite® 3, simplifica o fluxo de trabalho de criação para dispositivos móveis e facilita a visualização de projetos e o teste de conteúdo no computador, antes de carregá-los no dispositivo-alvo para o teste final".

Depois de instalado, precisamos criar um novo projeto para o dispositivo móvel, para isso use os menus File->new. Uma tela conforme a figura abaixo será visualizada. Perceba que um novo projeto Flash File (mobile) deve ser criado, para isso, basta clicar no botão ok,situado na parte inferior direita da tela.

Figuar 1
Figura 1.

A Figura 2 mostra o wizard que é apresentado após a criação do projeto, porém, é na tela da Figura 2 que a criação do projeto é finalizado. Depois de escolher a versão do player do flash, a versão do Action Script e o tipo do arquivo a ser criado (Application), basta clicar no botão Create, localizado na parte inferior direita da tela.


Figura 2.

Agora sim o projeto foi criado. Se o leitor fez todos os passos de forma correta uma tela conforme a Figura 3 deve ser apresentada.


Figura 3.

Depois disso começa a diversão. Como não sou um expert em Flash vou deixar esta parte para alguém mais experiente que queira continuar daqui. Para simular o projeto do dispositivo móvel siga os menus File->Publish Preview->Flash. Show de bola né?

Como disse anteriormente, se alguém quiser continuar este mini tutorial daqui, fique a vontade.

Att
.Ping
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TouchScreen em Java ME

User photo not available Thursday, 16 August 07 - 04:07 AM (GMT)
By Ricardo Ogliari in Java ME

 O surgimento do IPhone da Apple mudou vários conceitos, um deles sem dúvida é a construção de interfaces para pequenos dispositivos, o uso de telas touch screen se tornou uma questão de sobrevivência. Aliado a estas mudanças culturais, aproveitei para escrever um breve resumo sobre como criar aplicativos Java ME que respondam a telas touch screen.

Primeiramente, parto do pressuposto de que o leitor já conheça a plataforma Java ME, que compreenda a diferença entre a interface de alto nível, através das classes derivadas de Screen, e a interface de baixo nível, com a classe Canvas. Se o leitor não conhece estes termos que acabei de citar, recomendo uma pausa neste texto e uma breve lida sobre a plataforma Java ME.

Quando criamos uma classe que herde da classe Screen, podemos utilizar alguns métodos da própria classe, sendo que, os mais conhecidos são aqueles que gerenciam os eventos relacionados ao uso das teclas do dispositivo, como o acionamento das teclas direcionais, esses métodos são:

  • keyPressed()
  • keyRepeated()
  • keyReleased()

De maneira análoga, existem os métodos que respondem aos eventos de toque nas telas touch screen, sendo que, também é preciso de uma classe que herde diretamente da classe Canvas. Os métodos são esses:

  • pointerPressed()
  • pointerDragged()
  • pointerReleased()

Os três métodos citados acima recebem como parâmetro dois números inteiros, que representam a coordenada x, y de onde ocorrer o toque na tela. Pronto, o código para tratamento de touch screen é esse e nada mais. A listagem de código abaixo mostra uma MIDlet que apenas mostra um círculo azul no local do toque na tela.

import javax.microedition.midlet.*;
import javax.microedition.lcdui.*;

public class Midlet extends MIDlet {
    private Display display;
    private Tela tela;
   
    public void startApp() {
        display = Display.getDisplay(this);
       tela = new Tela();
      display.setCurrent(tela);
    }
   
    public void pauseApp() {
    }  
    public void destroyApp(boolean unconditional) {
    }
}

class Tela extends Canvas
{
    int x = -1;
    int y = 0;
   
    protected void paint(Graphics g) {
        g.setColor(255, 255, 255);
        g.fillRect(0, 0, getWidth(), getHeight());
       
        g.setColor(0, 0, 255);
        if (x > 0)
        {
            g.fillArc(x-10, y-10, 20, 20, 0, 360);
        }
    }
   
    public void pointerDragged(int x, int y)
    {}
   
    public void pointerPressed(int x, int y)
    {
        this.x = x;
        this.y = y;
       
        repaint();
    }
   
    public void pointerReleased(int x, int y)
    {}
}


Porém, para o exemplo acima funcionar corretamente no emular da Sun, é preciso editar o arquivo DefaulColorPhone.properties (se estiver usando o emulador padrão). No meu caso, o caminho para este arquivo é C:\WTK25\wtklib\devices\DefaultColorPhone. Ao abrir este arquivo procure e altere a propriedade touch_screen para true:

touch_screen=true

Feito isso, reinicie o emulador. Agora sim, a diversão está concluída.

Att.
Ricardo S. Ogliari (Ping)
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Biochip.. o novo circuito do mal?

User photo not available Tuesday, 15 May 07 - 03:17 PM (GMT)
By Ricardo Ogliari in General

Olá pessoas, hoje vou tocar em um tema um pouco delicado, que já vem provocando discussões acaloradas pelos cientistas e pelos religiosos mais aficcionados. Bem, o âmago que deu origem a este post foi uma matéria que foi publicada no jornal Correio do Povo (circulação mais restrita ao estado do Rio Grande do Sul), no dia 12 de Maio de 2007, entitulada como “Microeletrônica discute implante de biochip”. Neste pequeno texto é abordado o simpósio que estava sendo realizado na cidade de Porto Alegre – RS, sobre microeletrônica. Um dos participantes, o pesquisador Krishnendu Chakrabarty da Universidade de Duke nos EUA falou algumas maravilhas que o implante do biochip nas pessoas poderias fazer:


Parte do trecho original da matéria no Correio do Povo:


“... o mecanismo permite fazer diagnóstics de exames clínicos á distância, prevenir doenças e ser monitorado pelo celular ...”


Depois de ler esta frase em específico procurei mais textos na internet sobre o biochip, encontrei várias referências e textos que falam sobre as possibilidades desta nova tecnologia, que são quase infinitas. O mais interessante está separado para vocês logo abaixo:


Biochip mudará procedimentos de monitoramento de doenças


Para quem ainda não conhece o biochip, selecionei algumas descrições de algumas fontes na internet.


  1. Os cientistas já conseguem reproduzir células específicas para um determinado paciente, que podem ser configuradas para viver e funcionar como parte de um minúsculo chip eletrônico. Esse biossensor é colocado no interior ou ao redor de vasos sangüíneos e nervos para detectar qualquer alteração para a qual ele tenha sido programado. Fonte: Inovação Tecnológica. Url: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=010110061006

  1. Nome dado a um chip que é construído com células de seres vivos, e não de materias inorgânicos. Fonte: 5º CTA. Url: http://www.5cta.eb.mil.br/glossario.htm

  2. circuito integrado que utiliza moléculas como semicondutores (atualmente usado em testes de ADN e sendo pesquisado para outras aplicações). Fonte: Babylon. Url: http://www.babylon.com/definition/BioChip/Portuguese


E não é preciso esforço para encontrar dezenas de simulações futuristas sobre o uso do biochip. Bem, mas aí eu começei a me perguntar, tudo isso é muito legal, mas como eu, você e as pessoas se sentiriam com um chip implantado no cérebro por exemplo? Não nos sentiríamos iguais aos rebanhos bovinos que já possuem alguns chips para rastreamento e controle de qualidade? E me surgiram várias outras questões, principalmente sobre a privacidade, que de certa forma, deixaria de existir.


Depois que estas perguntas afloraram em minha mente, achei um texto simplesmente chocante, seu título é O Projeto da Besta”. Neste ensaio o autor cita trechos da bíblia, faz referência a fatos e ccaracterísticas de empresas que fazem uso do número 666, apontado como o número da besta. De forma sucinta, o texto é um pouco assustador, faz até previsões de quem usar o biochip será enviado diretamente para o inferno quand Jesus voltar.


Sinceramente, fiquei meio perdido depois de ler este texto, sou católico não praticante, acredito em Deus e na espiritualidade, mas o texto falando que o biochip seria o projeto da besta soou meio forçado para mim. Porém, ele trata de alguns pontos que até teve alguma similaridade com o que eu penso, como a perda total de privacidade com a implantação do biochip. Porque, uma coisa é certa, com um biochip debaixo da pele, as pessoas poderiam ser rastreadas e poderíamos ter suas vidas escaneadas e controladas facilmente pelos governos.


Uma coisa é certa.. assim como o texto que publiquei no mobilidadetudo.blogspot.com, falando sobre o uso cada vez mais intenso de robôs e seus benefícios e malefícios, a conclusão que cheguei é a mesma. O biochip pode ser benéfico mas também pode ser maléfico, tudo vai depender de como será utilizado, porém, da forma como anda o mundo atualmente, fico com um pouco de receio sobre o futuro com relação ao uso do biochip.


Att.

Ping

 
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Auto-configurando redes wireless pelo SSID

User photo not available Sunday, 22 April 07 - 12:10 AM (GMT)
By Victor Bathke in wireless

Por Victor Augusto Bathke

A não ser que você seja sortudo que só frequenta redes wireless com DHCP funcionando, quem possuí um notebook com Windows XP equipado com wi-fi sabe o quanto é chato ter que configurar o IP da máquina pelo Painel de Controle cada vez que troca de rede wireless. Quem frequenta até quatro redes em um único dia como eu certamente consegue ficar irritado com isso.

Assim andei pesquisando o que poderia ser feito para que minhas configurações se adaptassem sem qualquer intervenção minha. Como resultado da pesquisa escrevi uma adaptação do script escrito pelo "Beetle" apresentado no Shmoocon. O script encontra o SSID das redes ao alcance, assim quando um SSID que desejo estiver disponível o script atriburá a configuração de rede correspondente.

Interessou-se? Basicamente o que deve ser feito é escrever as configurações das redes que você frequenta nos blocos de ifs do código em VBScript a seguir.

on error resume next
set objSWbemServices = GetObject("winmgmts:\\.\root\wmi")
set colInstances = objSwbemServices.ExecQuery("SELECT * FROM MSNDis_80211_BSSIList")
for each obj in colInstances
    if left(obj.InstanceName, 4) <> "WAN " and right(obj.InstanceName, 8) <> "Miniport" then
        for each rawssid in obj.Ndis80211BSSIList
            ssid = ""
            for i=0 to ubound(rawssid.Ndis80211SSid)
                decval = rawssid.Ndis80211Ssid(i)
                if (decval > 31 AND decval < 127) then
                    ssid = ssid & Chr(decval)
                end if
            next
        next

        'Deste local em diante você deve adaptar com suas configurações de rede
        'Mude o que está em negrito
        '
Não esqueça de consertar as quebras de linha!

        'Rede configurada manualmente
        if ssid = "ssidDaRede1" then
            CreateObject("Wscript.Shell").Run("netsh int ip set address name=""nomeDaConexaoWireless"" source=static 192.168.1.4 255.255.255.0 192.168.1.1
1"), 2 ,true
            CreateObject("Wscript.Shell").Run("netsh int ip set dns ""nomeDaConexaoWireless"" static 192.168.1.1"), 2 ,true
            Exit For
        end if


        'Rede configurada com DHCP
        if ssid = "ssidDaRede2" then
            CreateObject("Wscript.Shell").Run("netsh int ip set address name=""
nomeDaConexaoWireless"" source=dhcp"), 2 ,true
            CreateObject("Wscript.Shell").Run("netsh int ip set dns ""
nomeDaConexaoWireless"" dhcp"), 2 ,true
            Exit For
        end if
    end if
next
1"), 2 ,true

Para finalizar salve o script com o nome ssidSetNetwork.vbs, coloque este script no menu Inicializar/Starup e seja livre.

 

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Dica de aplicativo: Controle de combustível móvel

User photo not available Tuesday, 20 March 07 - 02:24 AM (GMT)
By Victor Bathke in General

Em fevereiro de 2007 a empresa brasileira Aton tecnologia lançou a primeira versão do CTV (Controle Teleprocessado de Veículos) uma solução de controle de combustível  utilizando celulares com J2ME, distribuída gratuitamente na seção Mobile do site da empresa. No que diz respeito à mobilidade a solução satisfaz o contexto móvel da alimentação do controle de combustível.

As informações de "quantidade de combustível" e "diferença entre as quilometragens do odômetro" registrados pela solução compõem o indicador de rendimento do veículo revelando seu bom funcionamento em diversos aspectos. Apesar da importância deste indicador pouca gente realiza o controle para obtê-lo: geralmente são os fanáticos por planilhas para  controles de qualquer natureza ou os encarregados de empresas que exigem o controle do odômetro para desencorajar a utilização indevida e desvio de combustível pelos funcionários. Certamente os dois grupos tem usado papel e a caneta para alimentar este controle. Para possibilitar a mudança desta realidade além de conquistar mais adeptos ao controle de combustível é que foi concebida a solução.

O CTV é uma solução dividida em aparelho de celular e web para equilibrar as responsabilidades de cada meio de interação. O aparelho celular tem a utilidade única de registrar os abstecimentos da forma mais rápida e prática possível, já pela web é realizado o acompanhamento analítico dos abastecimentos de um determinado veículo em uma interface detalhada.Tal estratégia é adotada pelas próprias características de cada meio de interação, poupando o celular das tarefas de maior processamento já que o servidor web tem muito mais recursos para isso e o celular possuí limitações de facilidade de uso para o acompanhamento de relatórios.

Screenshots da aplicação em funcionamento no celular:
   


Relatórios de utilização:


Para conhecer mais sobre o CTV acesse a página da aplicação.


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Inclusão Digital via Celular

User photo not available Monday, 26 February 07 - 10:57 PM (GMT)
By Ricardo Ogliari in General

Olá pessoas.

Resolvi escrever sobre este tema tão interessante porque achei dois ótimos artigos sobre o assunto na área que fala sobre vida digital do estadão de São Paulo. Os artigos são intitulados como “Inclusão digital pode avançar por meio dos telefones móveis” e “Um celular para fazer parte do mundo”, os dois textos são da mesma autora, Heather Horst. Os dois seguem o mesmo tema, defendendo que o telefone celular pode e deve ser encarado como o principal meio de se atingir a inclusão digital esperada e discutida a tanto tempo, na defesa desta idéia, a autora cita argumentos extremamente convincentes, o que me chamou mais a atenção, foi o resultado de um estudo feito na Jamaica, onde relata-se que casas muito simples, onde era inimaginável que esta tecnologia estivesse presente, o telefone celular já fazia parte da casa. A autora justifica este comportamento pela necessidade das pessoas de se sentirem parte do mundo globalizado, o que parece ser bem lógico do ponto de vista de comportamento humano. Parando de falar um pouco do que a autora falou vou falar sobre minha opinião, concordo plenamente em gênero, número e grau em tudo que a autora falou, é inimaginável que um aparelho que já esteja na mão de mais de 100 milhões de pessoas (segundo a última edição da revista Veja) não seja aproveitado para a inclusão digital, além de ser um aparelho que pode ser dominado de uma maneira mais rápida, e sem medos e preconceitos, afinal, eu posso estar mexendo no celular na intimidade do meu quarto.

Depois de ler estes dois textos, parti para nossa amiga internet e o nosso parceiro de festas Google para ver se achava mais alguma coisa, e o resultado foi: sim, eu achei. O primeiro link interessante que encontrei foi uma entrevista de Cid Torquato, diretor executivo da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico e de Bruno Souza, o JavaMan. Ambos defendem a mesma idéia da nossa autora Heather Horst, o link para as entrevistas está aqui. O Governo do Estado de Alagoas também defende a idéia, neste link, é discutida a idéia do que é a inclusão digital, alguns números da telefonia celular no Brasil e porque de apoiar a idéia do uso do telefone celular neste processo. Por fim, o texto “'Inclusão digital será pelo celular'”; também do Estadão, fala da mesma idéia, apesar de estar um pouco ultrapassado (2005) é uma boa leitura.

Apesar de não conhecer quase nada de inclusão digital, os textos e entrevistas me convenceram e também acredito que o telefone celular deve ser usado como uma ferramenta na expansão da inclusão digital no Brasil, e por que não no mundo inteiro. Claro que algumas ações deveriam ser tomadas, como tarifas mais baratas no acesso a internet talvez, diminuição dos impostos, algo do gênero. Também não vou me arriscar muito neste terreno porque política não é muito meu chão.

Mas era isso pessoal, espero que este texto sirva pra dar uma mexida na cabeça de vocês e pensem no assunto.

Falow...
Att.

Ricardo S. Ogliari (Ping)

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Notificações móveis

User photo not available Monday, 12 February 07 - 03:20 AM (GMT)
By Victor Bathke in Ubiquidade

Victor Augusto Bathke
12/02/2007

Nossas decisões diárias envolvem a tarefa de associar informações que nos embasem para escolher uma alternativa. Porém nem sempre as informações necessárias estão disponíveis o que nos obriga realizar pesquisas ou apelar para o instinto, dependendo da responsabilidade da decisão, contexto e tempo disponível. Há decisões que podem ser desencadeadas por notificações: seja uma resposta aguardada ou um estímulo gerado por uma informação inesperada. A internet pela sua onipresença de aquisição e distribuição de informação representa a maior ferrramenta de notificação existente. Unindo a pertinência da notificação para se tomar decisões e o poder da internet cito dois exemplos especialmente úteis de notificações: notificação de recebimento de e-mails e notificação de movimentação de conta bancária.

A notificação de movimentação de conta bancária, onde cito como exemplo o serviço do Banco do Brasil, possuí um motivo primário que é a segurança. A notificação permite que uma movimentação não autorizada realizada por criminosos, que tem se tornado um crime cada vez mais reincidente nos dias de hoje, seja imediatamente comunicada e assim suas consequências amenizadas além de aliviar o peso do trabalho da equipe anti-fraudes dos bancos. Em uma extensão da funcionalidade de notificação de movimentação aliada à tecnologia Java ME, as mensagens que notificam a quantia da movimentação podem servir de entrada para uma interface de alimentação de um controle financeiro pessoal através da funcionalidade PushRegisty, presente no MIDP 2.0 do Java ME, que permite acionar uma rotina com base em um estímulo ou agendamento.

Já a notificação de e-mail, cito a funcionalidade integrante do serviço Tim Box oferecido pela operadora TIM. Certamente não é uma funcionalidade nova, nem o Tim Box é o webmail mais utilizado a julgar pelos inúmeros recursos superiores que outros serviços de webmail gratúitos possuem. Porém o recebimento de notificações de e-mails por SMS é um recurso muito valioso,  permitindo que e-mails anciosamente aguardados sejam notificadas assim que o remetende postar, o que possibilita interações baseadas em respostas em qualquer local com cobertura da operadora de telefonia. Mobilidade! Pesando os pontos negativos  do serviço é recomendado  aliá-lo a outras ferramentas. Então aí vai a dica: O GMail possuí a funcionalidade de encaminhar uma cópia das mensagens recebidas para outro e-mail, assim você o utiliza como seu endereço de e-mail principal e envia cópias dos e-mails para o endereço do Tim Box. Somente o endereço do remetente é enviado na notificação, então para aumentar ainda mais a utilidade da funcionalidade utilize a versão Java ME do GMail (adquirido em gmail.com/app pelo navegador WAP do seu celular) para poder visualizar e-mails importantes na íntegra.

Esta é uma introdução a  notificações neste canal de comunicação onde o limite de funcionalidades é somente a imaginação, mas esse post vale mais como uma provocação de idéias móveis em você leitor e sendo assim, Pense Móvel!

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TV Digital + Java ME

User photo not available Monday, 05 February 07 - 01:25 PM (GMT)
By Ricardo Ogliari in Java ME

Ricardo da Silva Ogliari (Ping)
05/02/07

Olá pessoal, aproveitando a dica do pessoal do meu blog (mobilidadetudo.blogspot.com),  resolvi dar uma pesquisada sobre TV Digital e Java ME, pensando que não iria encontrar muita coisa, porém para minha surpresa encontrei uma API que está saindo do forno que servirá justamente para prover funcionalidades de TV Digital em nossas aplicações Java ME, ou seja, um Mobile TV Digital.

Essa API é a JSR 272, ou, seu nome mais pomposo é Mobile Broadcast Service API for Handheld Terminals. Como o próprio nome indica e eu já falei antes, com esta API, podemos inserir funcionalidades de TV Digital em uma aplicação CLDC ou CDC. Não é meu objetivo explicar os conceitos desta nova forma de televisão, portanto, se o leitor ainda não conhece este termo, aconselho dar uma googlada rápida e ler um pouco sobre o assunto.

Com base no artigo Digital Television for Java™ ME Platform Mobile Devices - Introduction to JSR 272, dos autores Antti Rantalahti e Ivan Wong, as principais características da JSR 272 são:

  • Acesso ao Electronic Service Guide (ESG)
  • Seleção de serviços e programas
  • Apresentação e gravação
  • Acesso a arquivos e objetos do broadcast
  • Segurança e DRM
  • Compra
Trocando para uma linguagem mais informal, eu diria que é possível fazer tudo que um receptor de TV Digital faz, só que com a diferença de ser em um terminal móvel. Por exemplo, no seu aplicativo Java ME poderá ter uma funcionalidade onde o usuário poderá assistir ao jogo de seu time favorito, selecionando o mesmo em uma lista de serviços e programas disponíveis, assistindo o jogo, o usuário poderá gravar algum lance em especial e obter maiores informações sobre algum jogador. Também, a API oferece funcionalidades de segurança e é capaz de gerenciar um sistema de compra através da TV Digital.

A JSR 272 precisa da CLDC 1.1 e de algum perfil para a interface gráfica, além da MMAPI (Mobile Media API – JSR 135) ou a JSR 234 (Advanced Multimedia Supplements) para o gerenciamento e apresentações das mídias envolvidas. Como opcionais, têm-se a JSR 229 (Payment API) e a JSR 75 (FileConnection).

Como meu conhecimento nesta API resume-se a dois dias, não vou me alongar muito sobre ela porque começarei mentir, hehehe. Então deixo aqui alguns links para quem estiver mais interesse no assunto:

JSR 272 The Mobile Broadcast Service API for Handheld Terminals. De Lauri Aaltonen e Tomasz Rusilko
Mobile Broadcast and Interactivity. De Martin Richartz
Broadcast Once, Watch Anywhere. De Frank Sommers
Página oficial da JSR 272.

Valeu pessoal, até a próxima.
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Internet das coisas: endereçamento

User photo not available Friday, 26 January 07 - 12:27 PM (GMT)
By Victor Bathke in Ubiquidade

Victor Augusto Bathke
26/01/2007

É interessante observar o surgimento de padrões de endereçamento de objetos do mundo real para o mundo virtual, é a alavanca que impulsiona a chamada "internet das coisas". Para quem acredita que o RFID será o maior propulsor eu concordo, mas aposto boa parte das minhas fichas no endereçamento impresso como o semacode, qr-code, shotcode,  qode além dos outros que eu não citei. Basta citar que o endereçamento é impresso como o bom e velho código de barras, podendo ser disseminado de forma viral. Visando este potencial postei o endereço do blog no formato Semacode na galeria de imagens para quem quiser estender o nosso link a locais relevantes como uma camiseta em um congresso.

Sugiro a leitura dos links descrevendo os usos dos padrões qode, semacode e a tecnologia desenvolvida pela Daem. Acredite, você poderá estar usando-os muito em breve.
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Ajax x Java ME

User photo not available Wednesday, 24 January 07 - 06:56 PM (GMT)
By Ricardo Ogliari in General

 Ricardo da Silva Ogliari (Ping)
24/01/2007

Olá pessoal... Este humilde programador estava a pesquisar sobre a integração de Java EE e Ajax, quando me deparei com um artigo que diz simplesmente que AJAX poderá substituir o Java ME como a plataforma de desenvolvimento de aplicações móveis, é, você não leu errado, é isso mesmo. No início também tive o mesmo impacto que provavelmente o leitor teve, ou seja, o cara está louco, porém, ao ler o artigo todo percebi que algumas coisas que ele realmente fazem bastante sentido. Para ler o artigo na íntegra clique aqui.

Bem, porque cheguei a concordar com ele em algumas partes? Pelo seguinte, o Opera já anunciou o suporte a AJAX nos dispositivos móveis que suportam seu browser, e isso pode acabar com tarefas massantes que consumiam grande tempo do usuário, porque o AJAX visa justamente cria uma interface mais rica, esquecendo um pouco da estrutura cliente-servidor imposta desde o início do surgimento da Internet, a qual já está ficando obsoleta com a WEB 2.0.

Além disso, o autor cita alguns problemas do uso de Java ME na criação de aplicativos, e segundo ele, o AJAX pode minimizar e até acabar com estes problemas, que são eles: fragmentação do mercado, portabilidade das aplicações, aplicações distribuídas sem um padrão. E, infelizmente, quem programa a bastante tempo com Java ME tem que admitir que estes problemas existem e são chatos pra caramba. Quem nunca fez uma aplicação toda bonitinha, testou em vários emuladores, e em alguns celulares reais, mas quando coloca o aplicativo em produção surge o celular Y da marca X que precisa de alguma mudança maluca no código para que o aplicativo funcione.

Também não estou querendo desmoralizar o Java ME, longe disso, afinal quem me conhece sabe que sou um ferrenho defensor desta tecnologia, mas que existem alguns problemas existem, e as soluções que o AJAX encontra para controná-las (segundo o autor) são legais, é inquestionável.

E para impressionar ainda mais o leitor, você sabia que já existe até um tal de mojax (Móbile Ajax), a página dele está aqui. Eu não cheguei a ler direito, mas quero ver isso direito quando sobrar um tempo, mas por enquanto deixo aqui a explicação do próprio site do projeto:

Mojax is one of the worlds first Mobile AJAX Application Frameworks. Unlike traditional AJAX Web Frameworks, mojax Moblets do not run within a browser and are not subject to the availability and quality of a network connection. Also, unlike a web application running on a mobile device, a mojax moblet has access to lower level device features such as Camera API, Push Messaging, Bluetooth, Location Services, Contacts and more.

Porém, não irei largar o Java ME e partir com tudo para o AJAX, claro que estou estudando o bichinho, mas o Java ME vai continuar sendo o líder no desenvolvimento de soluções para dispositivos móveis por um bom tempo, segundo minha opinião. Então, para vocês desenvolvedores ME, não se preocupem, até o AJAX tomar conta do mundo móbile já estaremos ricos, hehehe. To brincando, mas o que quero dizer é que por um bom tempo terá espaço para as duas tecnologias.

Att.

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