Adobe Flash CS3
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Thursday, 16 August 07 - 05:21 PM (GMT) By Ricardo Ogliari in General |
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Boa tarde..
O post de hoje é sobre um assunto que não domino, então peço desculpas por alguma eventual informação errônea que colocar aqui, porém, sintam-se a vontade para me corrigir nos comentários. O assunto é Flash Lite, mas o foco deste post é a ferramenta Adobe Flash CS3, destinada a auxiliar o processo de desenvolvimento deste tipo de aplicativo.
Segundo o wiki do Forum Nokia, o Flash Lite é é uma versão móvel da tecnologia Flash da Adobe, atualmente dispônivel para Symbian OS, Windows Mobile e plataforma Brew. O Flash Lite foi construído levando em consideração as limitações de recursos apresentadas por um aparelho celular, por exemplo, onde o poder de processamento e memória são significativamente inferiores ao disponível em um PC desktop. Porém pela grande quantidade de desenvolvedores dessa plataforma e pelos seus avanços ela vem ganhando espaço na área. Atualmente, a versão mais recente é a Flash Lite 2.1.
Para maiores informações, visite o link Conhecendo o Flash Lite e também a página oficial do Flash Lite. Neste post não vou entrar em discussão sobre sua qualidade e/ou adoção em relação ao Java ME por exemplo, até porque não passo nem perto de ser um expert em Flash, então, não quero falar sobre algo que não conheço. Porém, gostei do pouco que vi sobre o Flash Lite, e o oriente também, pois seu uso é mais intenso por lá. Para ver alguns exemplos e perceber do que o FlashLite é capaz, visite este link.Para saber mais sobre a ferramenta visite o link do Adobe Device Central CS3, da Adobe. Segundo este link da Adobe, "o Adobe® Device Central CS3 foi criado para aumentar a eficiência e a produtividade de profissionais criativos e desenvolvedores de dispositivos móveis que desejam produzir um conteúdo inovador e atraente para uma ampla variedade de celulares e dispositivos eletrônicos de consumo. Uma biblioteca atualizada regularmente de perfis para dispositivos móveis, combinada à integração inteligente entre o Device Central CS3 e os outros componentes do Adobe Creative Suite® 3, simplifica o fluxo de trabalho de criação para dispositivos móveis e facilita a visualização de projetos e o teste de conteúdo no computador, antes de carregá-los no dispositivo-alvo para o teste final".
Depois de instalado, precisamos criar um novo projeto para o dispositivo móvel, para isso use os menus File->new. Uma tela conforme a figura abaixo será visualizada. Perceba que um novo projeto Flash File (mobile) deve ser criado, para isso, basta clicar no botão ok,situado na parte inferior direita da tela.
Figura 1.
A Figura 2 mostra o wizard que é apresentado após a criação do projeto, porém, é na tela da Figura 2 que a criação do projeto é finalizado. Depois de escolher a versão do player do flash, a versão do Action Script e o tipo do arquivo a ser criado (Application), basta clicar no botão Create, localizado na parte inferior direita da tela.
Figura 2.
Agora sim o projeto foi criado. Se o leitor fez todos os passos de forma correta uma tela conforme a Figura 3 deve ser apresentada.
Figura 3.
Depois disso começa a diversão. Como não sou um expert em Flash vou deixar esta parte para alguém mais experiente que queira continuar daqui. Para simular o projeto do dispositivo móvel siga os menus File->Publish Preview->Flash. Show de bola né?
Como disse anteriormente, se alguém quiser continuar este mini tutorial daqui, fique a vontade.
Att
.Ping
Biochip.. o novo circuito do mal?
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Tuesday, 15 May 07 - 03:17 PM (GMT) By Ricardo Ogliari in General |
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Olá pessoas, hoje vou tocar em um tema um pouco delicado, que já vem provocando discussões acaloradas pelos cientistas e pelos religiosos mais aficcionados. Bem, o âmago que deu origem a este post foi uma matéria que foi publicada no jornal Correio do Povo (circulação mais restrita ao estado do Rio Grande do Sul), no dia 12 de Maio de 2007, entitulada como “Microeletrônica discute implante de biochip”. Neste pequeno texto é abordado o simpósio que estava sendo realizado na cidade de Porto Alegre – RS, sobre microeletrônica. Um dos participantes, o pesquisador Krishnendu Chakrabarty da Universidade de Duke nos EUA falou algumas maravilhas que o implante do biochip nas pessoas poderias fazer:
Parte do trecho original da matéria no Correio do Povo:
“... o mecanismo permite fazer diagnóstics de exames clínicos á distância, prevenir doenças e ser monitorado pelo celular ...”
Depois de ler esta frase em específico procurei mais textos na internet sobre o biochip, encontrei várias referências e textos que falam sobre as possibilidades desta nova tecnologia, que são quase infinitas. O mais interessante está separado para vocês logo abaixo:
Biochip mudará procedimentos de monitoramento de doenças
Para quem ainda não conhece o biochip, selecionei algumas descrições de algumas fontes na internet.
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Os cientistas já conseguem reproduzir células específicas para um determinado paciente, que podem ser configuradas para viver e funcionar como parte de um minúsculo chip eletrônico. Esse biossensor é colocado no interior ou ao redor de vasos sangüíneos e nervos para detectar qualquer alteração para a qual ele tenha sido programado. Fonte: Inovação Tecnológica. Url: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=010110061006
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Nome dado a um chip que é construído com células de seres vivos, e não de materias inorgânicos. Fonte: 5º CTA. Url: http://www.5cta.eb.mil.br/glossario.htm
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circuito integrado que utiliza moléculas como semicondutores (atualmente usado em testes de ADN e sendo pesquisado para outras aplicações). Fonte: Babylon. Url: http://www.babylon.com/definition/BioChip/Portuguese
E não é preciso esforço para encontrar dezenas de simulações futuristas sobre o uso do biochip. Bem, mas aí eu começei a me perguntar, tudo isso é muito legal, mas como eu, você e as pessoas se sentiriam com um chip implantado no cérebro por exemplo? Não nos sentiríamos iguais aos rebanhos bovinos que já possuem alguns chips para rastreamento e controle de qualidade? E me surgiram várias outras questões, principalmente sobre a privacidade, que de certa forma, deixaria de existir.
Depois que estas perguntas afloraram em minha mente, achei um texto simplesmente chocante, seu título é “O Projeto da Besta”. Neste ensaio o autor cita trechos da bíblia, faz referência a fatos e ccaracterísticas de empresas que fazem uso do número 666, apontado como o número da besta. De forma sucinta, o texto é um pouco assustador, faz até previsões de quem usar o biochip será enviado diretamente para o inferno quand Jesus voltar.
Sinceramente, fiquei meio perdido depois de ler este texto, sou católico não praticante, acredito em Deus e na espiritualidade, mas o texto falando que o biochip seria o projeto da besta soou meio forçado para mim. Porém, ele trata de alguns pontos que até teve alguma similaridade com o que eu penso, como a perda total de privacidade com a implantação do biochip. Porque, uma coisa é certa, com um biochip debaixo da pele, as pessoas poderiam ser rastreadas e poderíamos ter suas vidas escaneadas e controladas facilmente pelos governos.
Uma coisa é certa.. assim como o texto que publiquei no mobilidadetudo.blogspot.com, falando sobre o uso cada vez mais intenso de robôs e seus benefícios e malefícios, a conclusão que cheguei é a mesma. O biochip pode ser benéfico mas também pode ser maléfico, tudo vai depender de como será utilizado, porém, da forma como anda o mundo atualmente, fico com um pouco de receio sobre o futuro com relação ao uso do biochip.
Att.
Ping
Dica de aplicativo: Controle de combustível móvel
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Tuesday, 20 March 07 - 02:24 AM (GMT) By Victor Bathke in General |
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Em fevereiro de 2007 a empresa brasileira Aton tecnologia lançou a primeira versão do CTV (Controle Teleprocessado de Veículos) uma solução de controle de combustível utilizando celulares com J2ME, distribuída gratuitamente na seção Mobile do site da empresa. No que diz respeito à mobilidade a solução satisfaz o contexto móvel da alimentação do controle de combustível.
As informações de "quantidade de combustível" e "diferença entre as quilometragens do odômetro" registrados pela solução compõem o indicador de rendimento do veículo revelando seu bom funcionamento em diversos aspectos. Apesar da importância deste indicador pouca gente realiza o controle para obtê-lo: geralmente são os fanáticos por planilhas para controles de qualquer natureza ou os encarregados de empresas que exigem o controle do odômetro para desencorajar a utilização indevida e desvio de combustível pelos funcionários. Certamente os dois grupos tem usado papel e a caneta para alimentar este controle. Para possibilitar a mudança desta realidade além de conquistar mais adeptos ao controle de combustível é que foi concebida a solução.
O CTV é uma solução dividida em aparelho de celular e web para equilibrar as responsabilidades de cada meio de interação. O aparelho celular tem a utilidade única de registrar os abstecimentos da forma mais rápida e prática possível, já pela web é realizado o acompanhamento analítico dos abastecimentos de um determinado veículo em uma interface detalhada.Tal estratégia é adotada pelas próprias características de cada meio de interação, poupando o celular das tarefas de maior processamento já que o servidor web tem muito mais recursos para isso e o celular possuí limitações de facilidade de uso para o acompanhamento de relatórios.
Screenshots da aplicação em funcionamento no celular:
Relatórios de utilização:

Para conhecer mais sobre o CTV acesse a página da aplicação.
Inclusão Digital via Celular
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Monday, 26 February 07 - 10:57 PM (GMT) By Ricardo Ogliari in General |
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Olá pessoas.
Resolvi escrever sobre este tema tão interessante porque achei dois ótimos artigos sobre o assunto na área que fala sobre vida digital do estadão de São Paulo. Os artigos são intitulados como “Inclusão digital pode avançar por meio dos telefones móveis” e “Um celular para fazer parte do mundo”, os dois textos são da mesma autora, Heather Horst. Os dois seguem o mesmo tema, defendendo que o telefone celular pode e deve ser encarado como o principal meio de se atingir a inclusão digital esperada e discutida a tanto tempo, na defesa desta idéia, a autora cita argumentos extremamente convincentes, o que me chamou mais a atenção, foi o resultado de um estudo feito na Jamaica, onde relata-se que casas muito simples, onde era inimaginável que esta tecnologia estivesse presente, o telefone celular já fazia parte da casa. A autora justifica este comportamento pela necessidade das pessoas de se sentirem parte do mundo globalizado, o que parece ser bem lógico do ponto de vista de comportamento humano. Parando de falar um pouco do que a autora falou vou falar sobre minha opinião, concordo plenamente em gênero, número e grau em tudo que a autora falou, é inimaginável que um aparelho que já esteja na mão de mais de 100 milhões de pessoas (segundo a última edição da revista Veja) não seja aproveitado para a inclusão digital, além de ser um aparelho que pode ser dominado de uma maneira mais rápida, e sem medos e preconceitos, afinal, eu posso estar mexendo no celular na intimidade do meu quarto.
Depois de ler estes dois textos, parti para nossa amiga internet e o nosso parceiro de festas Google para ver se achava mais alguma coisa, e o resultado foi: sim, eu achei. O primeiro link interessante que encontrei foi uma entrevista de Cid Torquato, diretor executivo da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico e de Bruno Souza, o JavaMan. Ambos defendem a mesma idéia da nossa autora Heather Horst, o link para as entrevistas está aqui. O Governo do Estado de Alagoas também defende a idéia, neste link, é discutida a idéia do que é a inclusão digital, alguns números da telefonia celular no Brasil e porque de apoiar a idéia do uso do telefone celular neste processo. Por fim, o texto “'Inclusão digital será pelo celular'”; também do Estadão, fala da mesma idéia, apesar de estar um pouco ultrapassado (2005) é uma boa leitura.
Apesar de não conhecer quase nada de inclusão digital, os textos e entrevistas me convenceram e também acredito que o telefone celular deve ser usado como uma ferramenta na expansão da inclusão digital no Brasil, e por que não no mundo inteiro. Claro que algumas ações deveriam ser tomadas, como tarifas mais baratas no acesso a internet talvez, diminuição dos impostos, algo do gênero. Também não vou me arriscar muito neste terreno porque política não é muito meu chão.
Mas era isso pessoal, espero que este texto sirva pra dar uma mexida na cabeça de vocês e pensem no assunto.
Falow...
Att.
Ricardo S. Ogliari (Ping)
Ajax x Java ME
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Wednesday, 24 January 07 - 06:56 PM (GMT) By Ricardo Ogliari in General |
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Ricardo da Silva Ogliari (Ping)
24/01/2007
Olá pessoal... Este humilde programador estava a pesquisar sobre a integração de Java EE e Ajax, quando me deparei com um artigo que diz simplesmente que AJAX poderá substituir o Java ME como a plataforma de desenvolvimento de aplicações móveis, é, você não leu errado, é isso mesmo. No início também tive o mesmo impacto que provavelmente o leitor teve, ou seja, o cara está louco, porém, ao ler o artigo todo percebi que algumas coisas que ele realmente fazem bastante sentido. Para ler o artigo na íntegra clique aqui.
Bem, porque cheguei a concordar com ele em algumas partes? Pelo seguinte, o Opera já anunciou o suporte a AJAX nos dispositivos móveis que suportam seu browser, e isso pode acabar com tarefas massantes que consumiam grande tempo do usuário, porque o AJAX visa justamente cria uma interface mais rica, esquecendo um pouco da estrutura cliente-servidor imposta desde o início do surgimento da Internet, a qual já está ficando obsoleta com a WEB 2.0.
Além disso, o autor cita alguns problemas do uso de Java ME na criação de aplicativos, e segundo ele, o AJAX pode minimizar e até acabar com estes problemas, que são eles: fragmentação do mercado, portabilidade das aplicações, aplicações distribuídas sem um padrão. E, infelizmente, quem programa a bastante tempo com Java ME tem que admitir que estes problemas existem e são chatos pra caramba. Quem nunca fez uma aplicação toda bonitinha, testou em vários emuladores, e em alguns celulares reais, mas quando coloca o aplicativo em produção surge o celular Y da marca X que precisa de alguma mudança maluca no código para que o aplicativo funcione.
Também não estou querendo desmoralizar o Java ME, longe disso, afinal quem me conhece sabe que sou um ferrenho defensor desta tecnologia, mas que existem alguns problemas existem, e as soluções que o AJAX encontra para controná-las (segundo o autor) são legais, é inquestionável.
E para impressionar ainda mais o leitor, você sabia que já existe até um tal de mojax (Móbile Ajax), a página dele está aqui. Eu não cheguei a ler direito, mas quero ver isso direito quando sobrar um tempo, mas por enquanto deixo aqui a explicação do próprio site do projeto:
Mojax is one of the worlds first Mobile AJAX Application Frameworks. Unlike traditional AJAX Web Frameworks, mojax Moblets do not run within a browser and are not subject to the availability and quality of a network connection. Also, unlike a web application running on a mobile device, a mojax moblet has access to lower level device features such as Camera API, Push Messaging, Bluetooth, Location Services, Contacts and more.
Porém, não irei largar o Java ME e partir com tudo para o AJAX, claro que estou estudando o bichinho, mas o Java ME vai continuar sendo o líder no desenvolvimento de soluções para dispositivos móveis por um bom tempo, segundo minha opinião. Então, para vocês desenvolvedores ME, não se preocupem, até o AJAX tomar conta do mundo móbile já estaremos ricos, hehehe. To brincando, mas o que quero dizer é que por um bom tempo terá espaço para as duas tecnologias.
Att.
Mobilidade, o foco é o contexto!
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Tuesday, 23 January 07 - 04:03 AM (GMT) By Victor Bathke in General |
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Ao tratar de computação móvel é relevante considerar o fato de como a internet modificou a dinâmica da informação: informações distribuídas tornaram-se onipresentes e o processamento destas também. Ainda assim todo o potencial disso não se traduz na forma como a maioria das pessoas acessa a informação nos dias de hoje através do Desktop. Mark Weiser em seu artigo The world is not a desktop (1994) afirma que a boa ferramenta é aquela que é "invisível", não que a ferramenta não exista materialmente, mas que esta se apresente de forma que seu uso não seja o gargalo de tempo e atenção no momento de se realizar uma tarefa. Ex.: "Os óculos são uma boa ferramenta -- você olha para o mundo e não para os óculos."
Neste sentido cito um aplicativo que conheci recentemente, o PowerBar Training desenvolvido pela Kwead.com. Nele o celular é um acessório casual que um atleta possivelmente terá, logo servirá como um coletor de informações de exercícios físicos onde os resultados são acompanhados em um histórico acessado pela web. Não trata-se de uma aplicação limitada ao celular pois está inserida em um contexto, com a necessidade de onipresença da informação e acompanhamento de histórico para que a solução seja útil. Isso é pensar móvel!
Com o objetivo de manter este enfoque o canal de comunicação Penso Móvel estará aceitando colaboradores que tenham a intenção de explorar a forma móvel de enxergar a informação que nos cerca através de artigos, cases e notícias do meio. Para participar entre em contato pelo e-mail emaildovictor em gmail ponto com solicitando mais informações sobre como tornar-se um redator.

Pense móvel!
Att.
Victor
A revolução está começando!!!
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Wednesday, 17 January 07 - 01:50 AM (GMT) By Ricardo Ogliari in General |
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Ricardo da Silva Ogliari (ping)
16 de Janeiro de 2007.
Esta pequena análise do cenário tecnológico representa apenas uma visão do autor, não pode ser tida como uma opinião correta ou errônea da atual situação.
Bem, não é novidade a minha opinião extremamente favorável e otimista sobre a utilização e sobre o futuro da Computação Móvel, mas está nas bancas a última edição da revista Veja, e sua reportagem de capa se chama “Parece Mágica”, em uma alusão ao que Steve Jobs fez com sua mais nova criação, o iPhone. Eu já havia postado no meu blog sobre isso, também achei o novo brinquedinho bem legal, revolucionário. Porém, logo após, a reportagem também cita a demonstração de Bill Gates de uma casa moderna, com controles e mídias surgindo das paredes, em especial, um parágrafo me deixou eufórico.
“Com as redes sem fios domésticas, tudo se interliga, se conecta e ganha mobilidade, tanto na casa digital como na eletrônica pessoal dos celulares, PDAs e laptops.”
Acompanhando o texto a frase citada anteriormente tem mais impacto, mas mesmo assim, percebam que não é apenas alguns visionários que enxergam na domótica, nas casas inteligentes, na interligação de qualquer tipo de equipamento eletrônico, um futuro próximo que não tem mais volta, são também pessoas com um grande conhecimento, que estão apostando suas fichas na Computação Móvel, e além disso, na Computação Invisível. Para quem tiver a oportunidade de ler a matéria inteira, não perca esta chance, e para os amantes da mobilidade, a matéria é uma prova de que não estamos apostando em uma canoa furada, mas em um carro que se move em alta velocidade e com destino certo.
Para fechar com chave de outro, a revista traz uma matéria entitulada “100.000.000 de celulares”, que é o número de telefones móveis que o Brasil atingiu no ano passado. No texto, tem uma matéria bem interessante, fazendo um comparativo com os anos que algumas tecnologias levaram para atingir um grande número de usuários no Brasil.
Bem, espero não parecer muito eufórico, mas o que eu penso é que a mobilidade está entrando no caminho de plena adoção, e que esta revolução está começando e o ano de 2007 será o precursor disso.Att.
Ricardo
Chamada para o Ubicomp 2007
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Friday, 12 January 07 - 02:06 AM (GMT) By Victor Bathke in General |
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